sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A arte da educação humanista – inspirar para AGIR e TRANSFORMAR

Construir o futuro significa criar pessoas. Isso somente é possível com a educação”, conclama o poeta, filósofo, humanista e presidente da SGI, dr. Daisaku Ikeda. Criar seres humanos capazes de promover uma Educação realmente humanística é o grande anseio de toda a SGI e, para tanto, a organização vem incentivando todos os seus associados no mundo a engajarem-se neste propósito. No último dia 3 de agosto, a Coordenadoria Educacional da BSGI realizou o 2º Fórum de Educação Humanista, com a participação de centenas educadores de todo o país. O tema do encontro: A arte da educação humanista – inspirar para AGIR e TRANSFORMAR. Dentre os mais de 600 participantes, 50 são professores da rede pública de ensino, não-associados, convidados especialmente para o evento.
A palestrante convidada, Marilzes Petroni, é escritora, poeta e artista plástica. “Sabemos que há diversos tipos de inteligência, Howard Gardner estudioso do cérebro humano enumerou sete, mas tenho certeza que existem mais. Linguística, matemática, musical, espacial, psicocinética (cinestésica), interpessoal, intrapessoal”, ilustrou. Sob o título O Eu Coletivo, ela enfatizou ainda que a incumbência da escola é desenvolver as inteligências múltiplas detectando as deficiências e planejando medidas para saná-las de maneira alegre e participativa.
Sob o tema que norteou todas as ações do Fórum, A arte da educação humanista – inspirar para AGIR e TRANSFORMAR a psicóloga, educadora e associada da BSGI, Irene Sakajiri discorreu sobre como inspirar os alunos a se tornarem mais e melhores.

Fonte: http://www.bsgi.org.br/noticia/

Eu participei e amei a experiência!!!

Obrigada pelo empenho de todos!!!

II Fórum de Educadores Humanistas- SP agosto /2013

Notícias

Ações pedagógicas humanistas 2

Avaliação diferenciada


Beatriz: avaliações lúdicas
Beatriz Silva Groppa leciona Geografia na Escola Municipal de Educação Fundamental Jardim Santo Elias, de Pirituba, bairro da zona norte da cidade de São Paulo. A professora é associada da BSGI e membro da Coordenadoria Educacional. Seu relato de atividades foi compartilhado durante uma vivência educacional, parte da programação do 2º Fórum de Educação Humanista, realizado pela Coordenadoria Educacional da BSGI no Centro Cultural Campestre em 3 de agosto.

“Imagino que todo professor capaz de um olhar altruísta com seus alunos reconhece que uma prova tradicional – tipo perguntas e respostas, ou mesmo com enunciados com testes não reflete o verdadeiro conhecimento dos alunos”, iniciou a professora. Observando o desempenho dos alunos da 7ª série/8° ano nas atividades avaliativas teve a certeza de que realmente deveria aplicar outras formas de avaliação a fim de oferecer maiores oportunidades de sucesso a um maior número de alunos. “Afinal existem conhecimentos mesmo onde há dificuldades de leitura e escrita”, conclamou.

Após várias atividades escritas, de pesquisa e de perguntas e respostas pensou em aplicar uma prova bimestral diferenciada. “Minha ideia foi realizar uma prova oral em forma de jogo, no caso, ‘batata quente’”, explicou.

Mesmo decidida a mudar o formato da avaliação foram inúmeras as dúvidas. Primeiro a insegurança, dizia: “ah, é melhor não arriscar; um jogo no dia da prova vai virar uma bagunça!” Mas refletindo bem sobre o objetivo estruturou as regras e os critérios para atribuir as notas/conceitos e elaborou questões simples que fossem fáceis de lembrar sem que precisasse recorrer à leitura.

Pensou mais uma vez, muniu-se de coragem e iniciou. Explicou que faria uma prova oral na forma do jogo “batata quente” e que deveriam organizar as carteiras em círculo, para “passar a bola” enquanto ouvissem a recitação do tradicional “batata quente, batata quente, quente, quente .....”, e parar a bola quando ela avisasse. Aí viria a pergunta. Enfatizou que aluno “selecionado” poderia responder consultando o caderno, o livro didático ou outro material; poderia ainda consultar um colega e ambos receberiam a pontuação e o conceito em acordo com os acertos de suas respostas.

Previamente, Beatriz instruíra seus alunos sobre o conteúdo a ser estudado, mas não disse nada sobre o formato da avaliação. Naturalmente, ao receberem as instruções sobre a prova, sentiu a tensão e apreensão da classe. Pediu uma bolinha a um deles e o jogo começou. Imediatamente, as vozes em uníssono iniciaram a ladainha: “Ba-ta-ta quente, quente, quente…”. De forma natural, a sala animou-se e a apreensão se dissipou. Surpreendentemente, todos – apesar de algumas brincadeiras pontuais – fizeram silêncio no momento da pergunta. “Com isso, perdi o medo de inovar por conta de uma possível indisciplina”, contou Beatriz.

Em determinado momento, uma aluna estava com o celular buscando a resposta na Internet quando foi repreendida pelos colegas. Seguiram-se reclamações múltiplas:

– Não vale!

Serenamente, Beatriz explicou que a busca era válida sim, por todos têm de aprender a pesquisar e selecionar as melhores informações. Tal procedimento tem a ver com a criação de autonomia, independência. Afinal, não é essa a função da escola? Oferecer subsídios para que o aluno se torne um cidadão do mundo, autônomo, independente e capaz de fazer suas escolhas?

Os 45 minutos de tempo regulamentar de uma aula, todos os alunos tiveram a oportunidade de responder – sozinhos ou com o auxílio de um colega – e aprender; sentindo-se bem ao interagir e compartilhar suas respostas e também seus erros. Ao final, todos animados e satisfeitos, arrumaram as carteiras e perguntaram se teria mais prova no outro dia. “Já imaginaram isso: alunos querendo prova também no outro dia?!?!?!?”, exclamou Beatriz.

Outro fato curioso: depois de dois meses, no final do semestre, alguns alunos ficaram surpresos com as notas/conceitos bons e ótimos da turma e perguntaram o porquê de ninguém ter ficado com notas vermelhas como de costume. Respondeu que valeram a pena os esforços para levar atividades avaliativas de diversos tipos, que explorem as habilidades diferentes de cada um, dando a chance de todos mostrarem o que sabem fazer de melhor e também de desenvolverem mais as outras habilidades que ainda não têm.

Beatriz acredita que seu objetivo foi plenamente atingido. Por meio da avaliação diferenciada, conseguiu despertar, mostrar, inspirar e revelar potenciais dentro do benevolente espírito de um Educador Soka. Afinal o aprendizado de um aluno não pode ser passado adiante feito uma “batata quente”, precisa acontecer aqui e agora. “Utilizar várias estratégias com o objetivo de contemplar cada aluno, ajudando-o a ser feliz enquanto aprende é uma estratégia de um verdadeiro professor humanista”, finalizou a professora Beatriz.

Fonte: http://www.bsgi.org.br/noticia/

II Fórum de Educadores Humanistas - SP agosto /2013

Notícias

Ações pedagógicas humanistas 1

A professora “eventual”


A professora "eventual" Silvia Nascimento
Há um ditado chinês que diz: Não vá por onde leva a trilha. Em vez disso, siga por onde não há trilhas e deixe seus rastros. A professora Silvia Aparecida do Nascimento, associada da BSGI e da Coordenadoria Educacional, decidiu que não utilizaria a trilha natural. Enquanto o natural do ser humano é buscar a zona de conforto o mais rápido possível, o que na docência significa conseguir uma classe e se tornar titular, Silvia preferiu ser eventual. Ela fez seu relato de atividades no 2º Fórum de Educação Humanista, promovido pela Coordenadoria Educacional da BSGI, no último dia 3 agosto, no Centro Cultural Campestre, localizado no município de Jandira, na Grande São Paulo. “Para trabalhar valores em que acredito com os alunos é necessária certa liberdade e distanciamento da pressão que os professores recebem em relação a cumprir o programa, passar os conteúdos, atingir metas de desempenho etc”, explicou. Assim assumiu a docência “eventual”. “É aquela que está sempre disponível para amparar os alunos quando os outros professores ‘faltam’!”, exclamou.

Dessa forma, Silvia tem o privilégio de se encontrar com alunos desde a 5ª série até o 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Prof.º Walter Sheppis que fica localizada no município de Vicente de Carvalho, no município de Guarujá, litoral sul do estado de São Paulo.

Incrustrada em uma região cercada por três favelas – seus alunos chegam a ir armados à aula. “Já vi muitos portando armas em sala de aula. Minha dificuldade maior é que meus colegas professores já não têm mais paciência com estes alunos; desistiram deles”, ilustra.

Incentivar o hábito saudável da leitura foi sua principal meta, pois trata-se de sua grande paixão. Embora o caminho fosse difícil, perseverou. Compilou em uma pasta as histórias que mais a encantaram ao longo da vida, alinhavando-as com as histórias de vida de seus educandos. Buscou conhecer bem as dificuldades das classes mais violentas e percebeu que muitos alunos afirmavam “odiar” suas mães. A partir disso soube onde deveria focar suas histórias. Rodas de conversa, pesquisas pontuais sobre a situação destes seres humanos com tantos problemas taxados de alunos “que não têm mais jeito” e muita paciência foram suas “armas” para vencer a resistência.

“Vocês querem lição ou diversão?”, perguntou Silvia. Não por desejar passar a ideia de que lição seja um castigo, mas com o propósito de fazer um contraponto entre as suas ações de forma que eles compreendessem e pudesse se aproximar deles. Muitos alunos, no início, olharam desconfiados imaginando que levariam um sermão se escolhessem a diversão. “É a mesma coisa, não é mesmo?”, perguntou a professora à platéia. Sua estratégia teve como propósito dar aos alunos a ideia de liberdade de escolha. É como afirma o poeta Holderlin: Onde há escolha, há liberdade! É isso que ela desejava que sentissem: um empoderamento ao assumir suas escolhas. Havia tanta desconfiança que Silvia demorou um bocado até convencê-los de que ela realmente desejava que eles escolhessem a diversão.

Silvia buscava trabalhar sempre com duas aulas seguidas, assim tinha condições de realizar uma verdadeira Contação de História. “Em minha performance eu pego no braço, eu busco envolver com respeito e carinho, eu não desisto enquanto não consigo um ‘olho no olho’...”, afirma. Silvia envolve-se na história e sempre tem um foco, imperceptível aos alunos, mas a professora pesquisou e focou-se nos problemas deles. Sem perceber seus alunos estavam aprendendo a gostar dos livros, ainda que travestidos em uma singela e enorme pasta.

Certo dia a professora eventual foi designada à sala de um aluno muito difícil. Alex (nome fictício) era o terror de todos os professores. Só o que se ouvia era “ai, vou pra sala do Alex!” De tanto ouvir tais lamentações, Silvia passou a intimamente temer o tal garoto. Em vez de sucumbir a esse pensamento, procurou informações sobre ele. Mas ninguém sabia nada dele, nenhum dos colega tinha se interessado em conhecê-lo. Mas de tanto insistir, descobriu que a irmã dele já havia sido sua aluna. Ao contatá-la soube que ele apanhava o tempo todo em casa e a única coisa que todos sabiam é que ele, o Alex é que era violento.

Pois decidiu que iria tocá-lo. Escolheu uma história bem chocante que no final a mãe da personagem morria e não tivera tempo para confessar o quanto a amava. “Quando terminei de contar a história, postulei: quando chegarem em casa digam às suas mães que vocês a amam”, contou Silvia. O tal “aluno-problema” se levantou, olhou para Silvia e apaludiu. A professora pensou: ele está me gozando. “Mas eu olhei nos olhos dele e fiquei sem palavras! Uma pessoa que fala tanto quanto eu falo! Imaginem: ficar sem palavras”, disse. Silvia não agüentou, sucumbiu às lágrimas. Isso acontece muito isso em suas aulas. Emoção, valor humano quase em extinção nas salas de aula de todo país, trocada – infelizmente – pela sua antítese: confronto, competição, desrespeito, desamor.

Outro exemplo: na mesma sala havia uma menina que não a suportava. Assistia a todas as aulas, menos a dela. Mas de tanto ouvir os comentários dos colegas, um dia ela decidiu ficar e assistir à aula de Sílvia. Os alunos então pediram a mesma história, porque ela – a menina – precisava ouvir. Enquanto contava olhava para a menina disfarçadamente. Percebeu que periodicamente resmungava com uma amiguinha: “ai, não é possível, eu não vou chorar, eu não vou chorar!”. A outra menina também não acreditava que ela choraria. E Silvia pensando em como ela própria detestava chorar em público e no quanto tinham em comum. Quando termineu a história a menina não conseguiu se conter e desabou em um choro sentido. E novamente toda a sala aplaudiu com o mesmo entusiasmo da primeira vez.

A história correu os corredores, pátio, salas. Todos queriam saber como é que Silvia conseguia arrancar aplausos de suas “plateias”. “Eu, sinceramente, não sabia o que responder”, disse a professora, “eu estava apenas seguindo as orientações do meu mestre, dr. Daisaku Ikeda, que afirma que é preciso amar os alunos como se fossem nossos filhos. Estava somente aplicando a Educação Humanista Soka, mas sem ter consciência disso”, enfatizou.

Silvia ressaltou que a grande diferença lhe foi proporcionada pela Coordenadoria Educacional da BSGI que elucidou-lhe os conceitos da Teoria de Criação de Valores de Tsunessaburu Makiguti. “Sou uma verdadeira educadora humanista e não – como pensam alguns – uma professora “eventual” porque não tem sua classe”, afirmou resoluta.

O resultado final deste trabalho é que os alunos estão querendo reativar a biblioteca da escola que está interditada. “Eles agora querem abrir a biblioteca! Precisa dizer mais alguma coisa?”, finalizou a professora humanista.

Fonte: http://www.bsgi.org.br/noticia/

terça-feira, 18 de junho de 2013

Inteligência Emocional e a Arte de Educar Nossos Filhos - John Gottman

No livro Inteligência Emocional e a Arte de Educar Nossos Filhos, o autor John Gottman aborda as características de quatro estilos de pais : Os Simplistas, os Desaprovadores, os "Deixem que façam" e os Preparadores Emocionais. 


Uma ótima leitura , cheia de descobertas incríveis!



"As crianças são dotadas com toda a coragem e energia de que precisam para viver vitoriosamente na sociedade vencendo as mudanças turbulentas. Elas têm dentro de si as sementes que florescerão em profusão no futuro; somente os pais que respeitam tudo na vida podem regar essas crianças com o amor de que elas tanto necessitam. Somente os pais podem ser os verdadeiros educadores que cultivarão essas flores da humanidade." 

Daisaku Ikeda  ( Revolução Familiar, p.85)







sexta-feira, 7 de junho de 2013

Dia Internacional do Pedagogo, 20 de maio.


José Carlos Libâneo

Pedagogia e pedagogos, para quê?

Quando falamos que estamos cursando Pedagogia logo vêm à mente das pessoas que amamos dar aulas afinal estas pessoas pensam que Pedagogia se trata apenas de uma sala de aula cheia de crianças.

Mas, o que é um pedagogo?

O que se estuda em Pedagogia?

Qual a melhor forma de se ensinar?


Para ajudar a nortear as respostas,v ejamos o que o escritor José Carlos Libâneo registrou em sua obra: Pedagogia e pedagogos,para quê?


Para que a instituição escolar seja um local de aprendizagem, faz-se necessários mediadores que contribuam eficazmente para sua melhor forma de transmissão e,tendo em vista a necessidade,surgem os pedagogos.


Identifica-se um Pedagogo através da sua área de pesquisa e campo de influência nas diversas ações educacionais e política, gestão e estruturação educacionais que se relacionam com aspectos sociais dos educandos. E educativas, educar utilizando diversas formas, buscar resultados e métodos de conhecimento. Pedagogos são aqueles que se dedicam ao controle e a resolução intencional de complicações educativas.

Jose Carlos Libâneo destaca a temática da formação de pedagogos e a profissão de pedagogia fazendo uma análise das transformações ao longo da história. E com o decorrer dos anos Libâneo faz várias indagações a respeito dos elementos que constituem a pedagogia. Ele acreditava que todos os cidadãos têm e possuem o direito a educação.

O autor esclarece questões como o trabalho pedagógico, desde a formação pedagógica até a prática e ressalta que há um grande dilema entre ser professor com experiência e possuir formação em áreas específicas.
Pedagogia é a forma como se transmite o que se quer ensinar, os recursos utilizados para realização do processo. Trata-se do contexto, história e resolução de problemas. A Pedagogia é uma ciência norteando a educação. Existem diversas maneiras de ensinar, dentre elas destacam-se a educação informal, não-formal e formal.
Informal: Trata-se de práticas e influências que vem através do meio.
Não-formal: Trata-se de ensinos feitos em instituições educativas que não esteja dentro padrões institucionais, mas com estrutura e organização.
 Formal: Trata-se de instância com objetivos educacionais.

Pedagogia é, em sua totalidade, o ato de educar, a prática educativa bruta que se faz presente na sociedade como um das maneiras básicas dos parâmetros que configuram a atividade humana.

A educação é a totalidade das práticas, estrutura familiar ,psicológica e social, influências, que intervêm no processo humano e em sua posição diante do meio natural e social, demonstrando realidades esperadas por aqueles que procuram imergir em novos paradigmas na sociedade, devido aos seus contextos e vidas e diferentes.


A pedagogia trabalha com a prática social da educação, incluindo a docência.

No fim dos anos 70 era muito questionada a identidade do curso de pedagogia e do pedagogo. Obras como: “o pedagogo em escola publica” e a “supervisão da educação – do autoritarismo ingênuo a vontade coletiva” Loyola, ajudaram na atividade profissional dos pedagogos.

Nos anos 80 a ANFONE iniciou um movimento para redefinir a pedagogia, pois, cogitava-se que o campo profissional do pedagogo era o mesmo de um educador e a área que o pedagogo exerce vai alem da docência. 

Um dos fatores que marcaram bastante essa época foi o fato que pedagogos começaram a desviar do foco como profissional, pois ocorreu que em algumas faculdades de educação mudavam o curso de pedagogia em licenciatura para professores das series iniciais e ensino médio.

A pedagogia é complexa com faces multíplices, por isso é necessário que ela seja reavaliada, assim será desenvolvido um novo olhar sobre suas contribuições dentro do currículo.

Durante a formação pedagógica é necessário que seja estendido a todos os profissionais no campo da educação, pois todos precisam estar preparados para receber todo o conjunto presente no âmbito escolar.
 
A obra de Libâneo possui vários textos com o objetivo de responder a pergunta que é o titulo do livro, e para responder é necessário que aos envolvidos com a pedagogia busquem atingir-se e preocupar-se em saber sobre a pedagogia e a profissão de pedagogo.

Em vários capítulos Libâneo destaca a pedagogia como ciência da educação, por que ela tem seus métodos de investigação, objetivos, e problemas, explica o fato da pedagogia ser um campo que possui analise ordenada do exercício educativo, que colabora para a investigação da natureza com a finalidade da pratica pedagógica e os processos que a envolvem.
 
O olhar da pedagogia precisa ser baseado em um conceito amplo da educação, para Libâneo as praticas educativas são extensas podem acontecer em qualquer lugar seja individualmente ou no contexto social, dentro da instituição ou não, sob cada aspecto do mesmo fator.

Dentre os vários tipos de praticas, de modo redundante, que são os processos em que a pessoa adquiriu, seja um conhecimento considerado uma educação informal e não institucionalizada. Podem ocorrer praticas educativas que acontecem também em lugares que não são convencionais para a educação, ocorrendo de modo que possuía fins educativos, eram organizados, nos meios de grupos sociais, específicos e essa pratica educativa que possui intenção, sistematização e institucionalização, realizadas em instituições ou em escolas que o autor Libâneo denomina educação formal.

Libâneo dizia que o processo de estudo da pedagogia era demarcado por um campo extenso de estudo, investigando as praticas educativas com objetivos sociais e de forma com intervenção pedagógica para fins da educação.


O pedagogo pode expressar-se através de suas atitudes, de sua postura educativa, essa posição é essencial para que as práticas educativas não aconteçam de modo isolado das outras relações sociais, pois, a pedagogia não pode dispensar sua posição para educar, não deve escolher quem ela vai formar. O autor justifica o motivo de a pedagogia existir, como área de conhecimento que busca fazer reflexões como um todo unindo a realidade da educação.


Dentro desse conceito o pedagogo é um profissional que pode exercer muitas atividades na condição da pratica educativa, podendo ocorrer direta ou indiretamente ligados a construção do saber e práxis, para a formação de cada pessoa, o pedagogo deve atuar utilizando os sistemas de ensino o macro, intermediário ou micro. Podendo trabalhar fora da escola com atividades pedagógicas em empresas, televisão órgãos públicos e etc. E dentro da escola a pedagogia pode trabalhar com os professores, gestores, pesquisadores, coordenadores e etc.

Essa descrição mostra evidentemente a diferença do exercício de professor, o pedagogo é um profissional que pode desenvolver varias opções educativas sendo formais ou não, o autor diz que a formação de pedagogo e professor não pode ser feita  em um curso.

A proposta de Libâneo é que sejam feitos dois cursos, um para a formação de pedagogos e outro para a formação de professores para outros níveis como: o ensino fundamental e médio. Depois o pedagogo teria um curso especializado para que ele esteja habilitado, tendo na base curricular conhecimentos, com fundamento dentro da educação, definido o contexto a fim de habilitá-lo para sua pratica profissional.

A identidade do profissional pedagogo pode incluir na área o trabalho de docente e trabalho pedagógico. É importante que o seja aplicado um método interativo com o alvo da formação humana em seus vários fatores, influenciando a pessoa de forma que adquira uma postura transformadora diante das realidades sociais, levando em conta sempre o seu papel como pedagogo.
Entendemos realmente que todo lugar , quer tenha a finalidade de ensinar quer não, presenciam práticas pedagógicas constantes, mas cada profissional pedagógico norteia um processo que adapte-se as mais variadas realidades dos indivíduos ali presentes e apresente práticas resolutivas para os problemas ali expostos.
Libâneo entende que a formação do professor e do pedagogo não pode ser feita em um único curso de formação de educadores, hoje em dia representados pela Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação – Anfope.


O autor propõe que existam dois cursos, um de pedagogia para formar o pedagogo stricto sensu e um de licenciatura para formar professores para os níveis fundamentais e médio de ensino.



















Resumo Bibliográfico 


José Carlos Libâneo nasceu em Angatuba, cidade do interior do estado de São Paulo, no ano de 1945 e cursou o ensino fundamental e médio no Seminário Diocesano de Sorocaba (SP).

1966: Graduou-se em filosofia na PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

1984: Tornou-se mestre em Filosofia da Educação.

1990: Tornou-se doutor em Historia e Filosofia da Educação.

1967:I niciou suas atividades profissionais como Diretor do Ginásio Estadual Pluricurricular Experimental (SP), por seis anos onde aplicou as teorias pedagógicas de John Dewey.

1973: Fundou e dirigiu por três anos o Centro de Treinamento e Formação de Professores da secretaria da Educação Estadual em Goiânia.

1975: Tornou-se professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás onde coordenou por 4 anos o curso de mestrado em Educação.

Entre 1976 e 1980: Foi afastado das suas atividades inclusive da secretaria de educação por ter seus direitos cassados pelo regime militar, onde passou a atuar em uma empresa particular na área de recursos humanos e depois passou a dirigir uma escola particular Colégio Vocacional de Goiânia .

1980: Obteve a anistia e pode voltar a lecionar na UFG na graduação e na pós-graduação, sendo que por 4 anos foi coordenador do mestrado em Educação Brasileira.

1996: Aposentou-se como professor titular.

Desde 1997: Até a presente data é Professor Titular da Universidade Católica do Goiás, atuando na pós-graduação, na graduação e sendo vice-coordenador do mestrado em educação. Pesquisa sobre temas como: Teoria da Educação, Didática e organização escolar, além de ministrar palestras em todo o Brasil, em universidades e para secretarias de educação. É consultor do CNPq , do CAPES e de varias associações cientificas e sindicais.   

Libâneo é autor das “tendências pedagógicas”, sendo  a favor da tendência crítico-social dos conteúdos. Esta tendência prioriza conteúdos culturais universais, incorporados pela humanidade em confronto com realidades sociais.

Seus ensinos são voltados ao desenvolvimento da consciência crítica de cada indivíduo proporcionando subsídios para que se torne um indivíduo transformador da sociedade













Principais obras




ACELERAÇÃO ESCOLAR – Estudos sobre educação de adolescentes e adultos  Edição do Autor (1976).


DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA - A pedagogia crítico social dos conteúdos Cortez Editora 1985, (2002, 20° edição


DIDÁTICA Cortez Editora 199, (2002, 21° edição)


ADEUS PROFESSOR, ADEUS PROFESSORA? – Novas exigências educacionais e profissão docente Cortez Editora 1998, (2002, 6° edição)


PEDAGOGIA E PEDAGOGOS, PARA QUÊ? Cortez Editora 1988, (2002, 6° Edição).


ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA ESCOLA. Editora Alternativa 2001, (2002, 5° edição







Referências de pesquisa online:










Grupo

Gardênia Santos Costa

Raiane Bonfim de Jesus




Miguel G. Arroyo


Educação e exclusão da cidadania

Ao longo da sua história, a educação tem passado por diversas modificações com a intenção de aprimorar a cada dia o processo de ensino e aprendizagem, com isso muitas mudanças e novas adaptações têm sido inseridas nos currículos escolares, levando muitos autores atentarem para temas que possam colaborar com as necessidades educacionais, destacando assim, os assuntos que contribuíram para o principal objetivo da educação atual, que é o de formar cidadãos críticos capazes de interpretar, julgar, opinar, e decidir seu futuro ou mesmo o futuro de da sociedade em que faz parte.  

Com relação à questão citada acima o autor Miguel G. Arroyo no livro - Educação e Cidadania quem educa o cidadão?- apresenta a sua colaboração, discorrendo sobre o tema : Educação e exclusão da cidadania. Tema esse, que vem sendo de grande importância para a formação pessoal e profissional de cada indivíduo, pois trata de assuntos que necessitam ser abordados com freqüência para formarmos uma sociedade preparada para participar do exercício da cidadania.

Segundo Arroyo, a justificativa dada por dirigentes políticos para a exclusão da cidadania tem sido a de que, o povo não possui maturidade política para esse exercício, com isso entende-se, que é preciso a escola, através do ensino propor uma aprendizagem voltada para conscientização e amadurecimento político. Ainda segundo Arroyo, a questão da imaturidade e do despreparo dos grupos populares para a participação e para a cidadania tem levado políticos e educadores  insistirem no tema; “educara para a cidadania”.  
Para se ter um estado organizado, que cumpra o seu dever, atendendo as necessidades da sociedade, é preciso que a educação moderna esteja atenta para um ensino, que valorize a participação social e  incentive cada indivíduo a adquirir esclarecimentos para lidar com sua própria liberdade, pois não basta ter cidadania, é necessário saber como está exercendo essa cidadania diariamente, em especial diante das tomadas de decisões.

Apesar de todo esforço possível, educar para a cidadania não é uma tarefa fácil, pois essa educação é vista como um mecanismo que controla a sociedade e nem todos os indivíduos estão dispostos a mudar de posicionamento diante daquilo que estão habituados a fazer, mesmo que a mudança proposta for para seu próprio beneficio. Contudo é preciso vencer a ignorância, para se tornar uma sociedade racional, esclarecida, com sujeitos políticos e participativos.

Mesmo sabendo que a educação vem ao longo dos anos, contribuindo para a inclusão da cidadania, Arroyo esclarece:


Enquanto os reais determinantes sociais e econômicos da exclusão da cidadania continuarem ocultos sob os escombros de tantas teorias pedagógicas tradicionais, novas e novíssimas inspiradas nessa lógica, e não forem socavados e postos de manifesto para os profissionais da educação e para as camadas populares, não haverá condições de fazer da luta pela educação uma expressão da participação e da cidadania.


É necessário entender que a justificativa para a exclusão da cidadania não corresponde com a questão real, já que a educação que vem sendo oferecida para a maioria pobre trabalhadora não tem transformado o individuo para o saber. Isso prova que a educação precisa ser repensada pelos governantes, representantes do poder e pelo estado.

             O estudo dos últimos séculos nos mostra uma compreensão muito significativa da transformação política/educacional na sociedade, que teve como fator relevante o poder de criticidade,
Devemos considerar a educação como essencial para o desenvolvimento da sociedade onde permanece a perspectiva de uma criação de sujeitos autônomos capazes de construir uma sociedade mais justa igualitária para todos. Este fundamento teórico ressalta uma sociedade política educacional voltada para uma eminente transformação social e formação digna, livre da ignorância e da irracionalidade num intuito de também obter uma sociedade diferente dos nossos ancestrais. (RUDÉ 1980).

Enfatizamos que as lutas por liberdade e direitos sociais iguais para todos, no decorrer da história, não era para que o homem pudesse apenas manter-se, mais tinha a pretensão de garantir os direitos sociais onde todos os indivíduos pudessem ser contemplados, principalmente aqueles que estavam às margens da socialização.


Quando o ser humano se preocupa menos consigo mesmo ele passa a ter maior conscientização quanto aos direitos coletivos. Assim, poderemos perceber a escola como instituição que socializa e não reprime a criança, onde se trabalha a cooperação o estímulo, a responsabilidade, a criatividade, o que propicia o desenvolvimento de habilidades essenciais á vida.
(FERNANDO AZEVEDO)



 Em uma educação satisfatória a criança deve ser preparada para a convivência em sociedade. Deve ter direito a ter liberdade aprendendo a expressar-se sem qualquer tipo de repressão para que possa sentir-se segura num ambiente harmonioso, para conviver e agir sempre de forma espontânea.  (ROSSEAU)


Claramente a partir deste pensamento podemos entender que a escola é um lugar diverso que socializa e inclui, deve trabalhar a interação/cooperação no espaço escolar sabendo que a criança deve ser preparada também para a vida lá fora, isto é, além dos muros da instituição, para ser inserido numa sociedade equilibrada.


No contexto condizente a prática educativa na contemporaneidade a educação de qualidade propicia a integração social entre indivíduos, porém o autor nos leva a refletir que de fato ela não está acessível a todos os cidadãos. Uma boa parte da população segue ainda excluída dos bens coletivos, destacando educação como um direito social inalcançável e inatingível ainda para “alguns”, pois a elite dominante exclui parte da sociedade do acesso à educação de qualidade. Dessa forma a classe exploradora mantém o padrão da desigualdade. Ele evidencia o fato que a elite dominadora retém poder e riqueza uma vez que esta não precisa de direitos, pois se considera acima deles e assim usurpam o papel público para beneficiarem apenas a eles.


Os direitos não existem para a maioria da população ao qual se refere a estes como (despossuídos), pois ao tentar fazer valer esses direitos são reprimidos pela elite, e toda essa problemática termina por caracterizar caso de polícia segundo (CHAUÍ, 1986).


Diante do exposto fica transparente a ideia de que a liberdade da elite significa a opressão ao extremo da população (os tido como minorias).

A leitura do texto sugerida para reflexão nos faz ter uma visão crítica e pertinente sobre a educação contemporânea que tem como princípio uma política educativa voltada para a cidadania e formação significativa de indivíduos autônomos e capazes de tomar suas próprias decisões, livres de artifícios alienadores.

Segundo o pensamento pedagógico e também a prática escolar, a infância deveria ser eternizada, pois é uma fase mágica e inocente. Onde acreditam que a criança não está envolvida com uma vida social, política e de trabalho.

Em contra ponto expõe a realidade de uma vida adulta, como um enfado,desgastante e cruel.Pois um adulto precisa levar a vida muito á serio, perdendo a inocência de uma criança.
Para o pensamento pedagógico a criança não é inserida na vida social  porque ainda não contribui diretamente para o progresso da sociedade.

Infelizmente a infância para algumas crianças pode durar menos que para outras, principalmente para crianças pobres, filhos de operários que precisam entrar cada vez mais cedo no mercado de trabalho e adotar um novo modo de vida, participando precocemente da chamada servidão civil.

O capitalismo é o grande vilão de tudo isso  pois está “devorando” as pessoas que são pressionadas  trabalhar cada vez mais em busca do progresso .

Progresso que chega para uns e para outros não, ou seja, apenas para os burgueses  que cada dia enriquece mais as custas dos que vendem seus dias para eles.

É notório também como o capitalismo rege ao estado, como cada indivíduo que esteja na classe baixa seja desvalorizado e excluído como se não fizesse parte da sociedade. No capitalismo não existe a real cidadania, pois o maior e único interesse da elite é cada vez ficar mais rico e poderoso, não dando oportunidade para a classe operária crescer. Os pobres sempre foram vistos como ignorantes, insanos, insignificantes e miseráveis, sem possibilidade de integrar-se a uma vida social e política.

As religiões vêm para dar um equilíbrio e certo controle, centrando as pessoas no que realmente tem valor e no que é importante para a vida de cada um.

As pessoas são classificadas de acordo com sua classe social, mas infelizmente a massa tem lutado para garantir seus direitos de educação, cultura, política, bem estar.

Pobres e ricos são cidadãos, mas infelizmente o direito de um está sendo preservado mais que o direito de outro e isso não é democracia.

É visto que a massa tem ganhado voz e poder para lutar e de pouco a pouco ganhar seus direitos de cidadãos, mesmo sendo considerados baderneiros, barulhentos e arruaceiros.
A educação por meio das escolas tem dado a sua grande contribuição, aumentando o conhecimento sobre os direitos dos cidadãos.

As escolas de um modo geral não têm se restringido a apenas disciplinas curriculares, mas têm se preocupado em formar cidadãos coerentes e pensantes, capazes de discernir o bem do mal, o certo e o errado.

Cidadãos capacitados para lutar e reivindicar por direitos que as leis garantem.
Na história da educação não existia relação com a cidadania, era muito restrito  limitava-se apenas ao currículo que lhe era transmitido.

Ainda na democracia formal a educação transmitia a cidadania,se a educação era manipulada pelos poderes políticos,imagine como não era ensinada essa cidadania?

A massa nunca deixou de lutar pelos seus ideais, mesmo sendo taxados como baderneiros sem cultura, porque ao invés de educação para cidadania não utilizamos a cidadania para educação?

Quando os cidadãos reivindicam seus direitos automaticamente demonstram busca pela educação, manifestando sua capacidade de  político-cidadão.


 É muito importante e eficaz conscientizar os alunos desde criança para a busca de direitos já garantidos por lei.Despertar o senso crítico a ponto de discernir o certo do errado,e entender até aonde acaba o nosso direito e onde começa o do outro.








Resumo bibliográfico

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (1970), mestrado em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (1974) e doutorado (PhD em Educação) - Stanford University (1976). É Professor Titular Emérito da Faculdade de Educação da UFMG. Foi Secretário Adjunto de Educação da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, coordenando e elaborando a implantação da proposta político-pedagógica Escola Plural. Acompanha propostas educativas em várias redes estaduais e municipais do país. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Política Educacional e Administração de Sistemas Educacionais, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, cultura escolar, gestão escolar, educação básica e currículo.



        Principais obras



ARROYO, Miguel González. Trabalho, educação e teoria pedagógica. In: G. FRIGOTTO. Educação e crise do trabalho: perspectivas de final de século. Petrópolis, 1998, p. 138-165.


ARROYO, Miguel González. Administração da educação, poder e participação. Educação e Sociedade, São Paulo, v. 1, n. 2, jan. 1979, p. 36-46.


ARROYO, Miguel González. Operários e educadores se identificam: que rumos tomará a educação brasileira? Educação e Sociedade, São Paulo, n. 05, jan./1980, p. 5-23.


ARROYO, Miguel González. Ciclos de desenvolvimento humano e formação de educadores. Educação e Sociedade. Campinas: CEDES, dez. 1999, v. 20, n. 68, p.143-162.


ARROYO, Miguel González. Da escola carente à escola possível. São Paulo: Loyola, 1986.32


ARROYO, Miguel González. Experiências de inovação educativa: o currículo na prática da escola. In: MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa (Org.). Currículo: políticas e práticas. Campinas, SP: Papirus, 1999.


ARROYO, Miguel González. Na carona da burguesia (retalhos da história da democratização do ensino). Educação em Revista. Belo Horizonte: (3): 17-23, jun. 1986.
ARROYO, Miguel González. A escola possível é possível? In: ARROYO, Miguel. (Org.). Da escola carente à escola possível. São Paulo: Loyola, 2003. p. 11-53.



ARROYO, Miguel González. As relações sociais na escola e a formação do trabalhador. In: FERRETTI, C. J.; SILVA JUNIOR, J. R.; SALES, M. R. N. (Org.). Trabalho, formação e currículo: para onde vai a escola? 1. ed. São Paulo: Xamã, 1999. v. 1, p. 13-42.



ARROYO, Miguel González. Educação de jovens-adultos: um campo de direitos e de responsabilidade pública. In: SOARES, L.; GIOVANETTI, M. A. G. C.; GOMES, N. L. (Org.). Diálogos na educação de jovens e adultos. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. p. 19-50.



ARROYO, Miguel González. Fracasso/sucesso: um pesadelo que perturba nossos sonhos. Em Aberto, Brasília, v. 17, n. 71, 2000, p. 33-40.



ARROYO, Miguel González. Gestão democrática: recuperar sua radicalidade política? In: CORREA, B. C.; GARCIA, T. O. (Org.). Políticas educacionais e organização do trabalho na escola. São Paulo: Xamã, 2008. p. 39-57.



ARROYO, Miguel González. O aprendizado do direito à cidade: a construção da cultura pública. Educação Em Revista, v. 26, p. 23-38, 1997.



ARROYO, Miguel González. A escola e o movimento social: relativizando a escola. ANDE, n. 12, 1989, p. 16-21.


ARROYO, Miguel González. Pedagogias em movimento o que temos a aprender dos movimentos sociais? Currículo sem Fronteiras, v. 3, p. 28-49, 2003.


ARROYO, Miguel González. Reinventar e formar o profissional da educação básica. In: Educação em Revista. Belo Horizonte: FaE/UFMG. n. 37, p. 7-32, 2003.


ARROYO, Miguel González. A infância interroga a pedagogia. In: SARMENTO, Manuel Jacinto. GOUVEA, Maria Cristina de Soares. Estudos da Infância: educação práticas sociais. Rio de Janeiro: Vozes, 2008. p. 119-140.


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